Cenário fiscal pós-MP 1303/25: o que muda (e o que não muda) para o crédito | OP Capital
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Cenário fiscal pós-MP 1303/25: o que muda (e o que não muda) para o crédito

A MP 1303/25 foi rejeitada, mas as alíquotas de IOF elevadas anteriormente via decreto seguem válidas. Entenda os impactos em FIDCs, fomento comercial e no caixa das empresas — e como se proteger.

Atualizado • 10 out 2025 Leitura: 6–8 min
IOFAlíquotas elevadas permanecem vigentes
R$ 30 bilacuna orçamentária estimada p/ 2026
FIDCsegue instrumento resiliente de funding
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O que aconteceu (em poucas linhas)

Resumo: o Congresso rejeitou a MP 1303/25. Isso não revoga os decretos que elevaram o IOF — que continuam valendo.

Em maio e julho de 2025, o governo elevou as alíquotas do IOF via decreto, impactando as operações de crédito no país — incluindo a aquisição primária de cotas de FIDCs e o fomento comercial. A MP 1303/25 surgia como alternativa fiscal para compensar a arrecadação e abrir espaço a uma revisão futura. Com sua rejeição, perde-se a alternativa; o aumento vigente segue de pé.

Impactos práticos no mercado de crédito

  • Arrecadação mantida: seguem as alíquotas do IOF sobre crédito, câmbio e investimentos — no nosso segmento, destaque para 0,38% em cotas primárias de FIDCs e parâmetros aplicados ao factoring.
  • Incerteza fiscal: a rejeição da MP abre uma lacuna orçamentária estimada em R$ 30 bilhões para 2026, aumentando a probabilidade de novas medidas de arrecadação.

Leitura operacional: cenários de maior incerteza fiscal costumam pressionar prazos e spreads. Operações com lastro robusto e governança tendem a preservar liquidez.

O que oferecemos

  • OPINVEST FIDC: governança e compliance dedicados, carteira diversificada e políticas de concentração por sacado/cedente.
  • Conta escrow & integração: redução de fricção operacional e custos transacionais na originação.
  • Modelagem sob medida: desenho de operações alinhadas a sazonalidade e fluxo de caixa.

FAQ rápido

“A rejeição da MP derrubou o aumento do IOF?” Não. Os decretos que elevaram o IOF seguem válidos.

“Isso muda algo em FIDC?” O custo tributário permanece; a atratividade relativa de estruturas bem governadas aumenta em cenários voláteis.

“Há risco de novas medidas?” Sim, a lacuna orçamentária eleva a chance de novas propostas de arrecadação no curto prazo.

MP rejeitada ≠ IOF revogado. O crédito continua mais caro. Estratégia e governança são o diferencial agora.

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